Encontre a sua natureza no Ekôa Park

Inaugurado há poucos meses (março/2018), o EKÔA PARK espera fomentar a consciência ecológica e o amor à natureza sem ser chato!

Localizado no KM 18,5 da Estrada da Graciosa, a 15 km no centro da histórica Morretes/PR, o Ekôa Park (@ekoapark) oferece um contato privilegiado com uma pequena porção remanescente da Mata Atlântica. Adultos e crianças estabelecem uma conexão única com a natureza por meio de práticas ecológicas: oficinas de estudos ambientais gratuitas, trilhas temáticas e atividades de aventura, como o voo cativo de balão, a bolha humana, o arvorismo e a tirolesa!

Vem com a gente desbravar este parque ecológico cheio de encantos!

20180714 085939 e1532462011208 - Encontre a sua natureza no Ekôa Park

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Antes de chegarmos no parque propriamente dito, entramos numa sala de projeção 180º, onde assistimos a um vídeo a respeito da formação do planeta, das formações geológicas, história de Morretes e os ciclos econômicos da cidade. É bem interativo e prendeu a atenção da Vic e do Kalel! Depois do vídeo, um troller nos aguarda para nos levar até o balão!

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Chegaram as férias escolares de julho e nós ficamos matutando…o que fazer com as crianças? Como acreditamos no poder transformador e instrutivo das viagens, sempre planejamos roteiros que desloquem os pequenos da usual realidade deles para terem experiências únicas e desafiadoras em outros ambientes, preferencialmente, em meio à natureza.

Por isso, resolvemos descer à charmosa Morretes, no litoral do Paraná, para conhecermos o Ekôa Park, o qual traz uma proposta inovadora de aliar muita diversão à educação ecológica! E, para isso, o parque possui atividades de aventura super atrativas para toda a família!

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Casa da Estação

Charme e conforto em Morretes - PR

Conheça a Casa da Estação, um casarão centenário, reformado e adaptado para oferecer aos hóspedes muito conforto, aconchego e tranquilidade!

Localizada a poucos passos da estação de trem e do centro histórico da histórica Morretes/PR, a Casa da Estação (@casadaestacao) preserva a rusticidade e mistura toques de modernidade na decoração, tornando cada ambiente charmoso e acolhedor!

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Fachada da Casa da Estação

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Final de semana em Morretes/PR

Roteiro para toda a família!

Confira nossas dicas em Morretes: passeios, hospedagem, restaurantes e acesso!

Morretes é um destino turístico muito procurado por casais, por ser pitoresca, com ruas de pedras charmosas e gastronomia peculiar que conferem o ar de romance ao lugar, por aventureiros, pois está cercada de montanhas, rios cachoeiras e trilhas, e por artistas em busca de inspirações nas referências históricas, nas belezas naturais da Mata Atlântica, na paisagem urbana e no vai e vem de pessoas às margens do rio Nhudiaquara, que atravessa o centro da cidade!

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Nós, porém, pensamos em explorar o potencial turístico de Morretes em família, em virtude das férias escolares de julho das crianças! Tudo, porque abriu, em março (2018), o Ekôa Park, o qual oferece uma proposta que é a nossa cara: alia consciência ecológica e o amor pela natureza a atividades de aventura! Para isso, ficamos hospedados na Casa da Estação, um lindo casarão antigo, ao mesmo tempo super moderno, com um jardim de 9 mil m², piscina e cantinhos aconchegantes para relaxar! 

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Bolha humana no Ekôa Park.
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Fizemos o voo cativo de balão (40 metros) e descemos de rapel. Crianças a partir de 7 anos podem fazer a atividade.

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Casa da Estação, nossa charmosa pousada em Morretes/PR

Conhecemos também, os restaurantes e bistrôs charmosos da cidade, onde experimentamos o melhor da gastronomia local, como o famoso e tradicional barreado, a banana flambada de sobremesa e os pratos à base de peixes e camarões!

Morretes – Localização e História:

Morretes, é uma cidade histórica da região litorânea do Paraná, localizada ao pé da Serra do Mar, que nos encanta com suas ruas de pedras, casario colorido e preservado desde o século XVIII. A região que era originalmente ocupada pelos índios carijós passou a receber mineradores e aventureiros de São Paulo devido à descoberta de jazidas de ouro em 1646. 

Passeio no centro de Morretes

Atravessado pelo rio Nhundiaquara, onde os turistas passeiam de caiaque, praticam Stand Up Paddle e boiacross, o centrinho histórico de Morretes é um charme só! O passeio a pé nas ruas de pedras, entre os casarões coloridos, podem levar horas se você se entretiver nas lojinhas de artesanatos, sorveterias, feirinha de produtos artesanais – à base de banana, gengibre, cachaça e mel -, igrejas, museus e outros cantinhos especiais. Além disso, você pode assistir a performances musicais de artistas locais. Para comer, há vários restaurantes e bistrôs tão charmosos e aconchegantes quanto a própria cidade! 

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Rio Nhundiaquara com vista para o Restaurante Madalozo
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Feirinha no centro de Morretes/PR
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Kalel e Vic apreciando a vista!

Quando ir

A alta temporada em Morretes é no verão (dezembro a fevereiro). No carnaval a cidade ferve, literalmente, devido às tradições de festas carnavalescas na região, principalmente Antonina. As temperaturas são propícias aos banhos de piscinas nas pousadas, cachoeiras e à prática de esportes nas águas do rio Nhundiaquara. Se você, como nós, prefere lugares mais vazios, vá nos meses em que a temperaturas estão baixas (junho a agosto). Além de estar mais pacata, a cidade também tem todo o charme das programações de inverno!

Gastronomia em Morretes

RESTAURANTE MADALOZO

Um dos restaurantes mais antigos e tradicionais de Morretes, o Madalozo está localizado à beira do rio Nhundiaquara, sendo o destaque do cardápio o famoso barreado, acompanhado de frutos do mar e peixes no sistema de rodízio. De sobremesa, não deixe de experimentar a tradicional banana flambada! Logo na entrada, há uma mesinha com cachaça de banana, batida de maracujá e outros aperitivos típicos! Nós amamos tudo: ambiente, a vista, a comida deliciosa e o atendimento caloroso de toda a equipe de garçons!

INFORMAÇÕES:

Funciona de segunda à segunda, das 11:30 às 15:00

Rua Almirante Frederico de Oliveira, 16

Fones: (41) 3462-1410 ou (41) 9946-2192 

E-mail: reserva@madalozo.com.br

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Restaurante Madalozo, às margens do rio Nhundiaquara.

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O tradicional barreado, acompanhado de banana.
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Rodízio de camarão empanado, camarão ao bafo, tilápia empanada, kibe, banana frita recheada com carne, salmão grelhado com vários molhos.

RESTAURANTE CASA DO RIO

Localizado à beira do rio Nhundiaquara, o restaurante Casa do Rio (@casadoriomorretes) é um daqueles cantinhos aconchegantes de Morretes, à luz de velas. Enquanto jantávamos, assistíamos ao espetáculo de dança CABARET SHOW, perfeito programa para um sábado à noite. Até as crianças ficaram vidradas no casal que se apresentava lindamente e com muita emoção. A comida estava deliciosa! Nós pedimos uma sequência de frutos do mar, com camarões pistola, camarões empanados, salmão grelhado e legumes; para a Vic e o Kalel, os pratos Kids, com arroz, batata frita, salada e três opções de proteína: bife, peixe ou frango. 

INFORMAÇÕES:

Funcionamento: segunda, quinta, sexta, sábado e domingo das 8h às 23h. / Terça e quarta, das 8h às 15h

Endereço: Alameda João de Almeida, 9, Centro Histórico Morretes.

Fones: (41) 99521-4383; (41) 99135-6204;  (41) 3462-1371

E-mail: casadorio@restaurantecasadorio.com.br

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Na beira do rio Nhundiaquara, está o charmoso Casa do Rio
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Ambiente bem aconchegante!
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Todo mundo feliz e amando a comida do Restaurante Casa do Rio.
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Deliciosa sequência de frutos do mar!
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As crianças amaram os pratos kids!

BISTRÔ DA VILA

É charme e aconchego que queremos em Morretes? Então , é claro que não podíamos deixar de conhecer o Bistrô da Vila (@_bistrodavila), inaugurado em 2016, bem no meio do centro histórico, onde fica o Instituto Mirtilo Trombini! Perfeito cenário para uma tarde de domingo de sol: mesas coloridas ao ar livre, dispostas abaixo de uma grande amoeira, um lindo jardim, uma boa música ao vivo, bons drinks e um delicioso e completo cardápio para completar a ‘good vibe ‘ de um cantinho especial! As refeições como o tradicional barreado e pratos com frutos do mar são preparados pela própria proprietária, que prioriza as matérias-primas locais, orgânicas e frescas! De sobremesa, experimentamos a exclusiva ‘Morangoffe’; depois, pedimos um café coado na hora, em nossa mesa, enquanto as crianças brincavam soltas no jardim! O Bistrô da Vila é realmente um lugar que não pode ficar de fora do seu roteiro em Morretes! 

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Mesas coloridas dispostas à sombra de uma grande amoeira
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Um cantinho mais charmoso que o outro no Bistrô da Villa!
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Vic e Kalel aproveitaram e brincaram muito no jardim do Bistrô da Vila
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Uma das refeições mais charmosas que já fizemos. Parece até que estamos num jardim europeu!
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Espetinho de camarão com queijo coalho bem suculento e saboroso!
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Mais um cantinho cheio de graça do Bistrô da Vila!
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Deliciosa caipirinha de maracujá!
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Delicioso crepe de frango com molho branco
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Robalo grelhado com camarões e legumes grelhados! Prato perfeito e leve!
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Morangoffe, sobremesa mais pedida do Bistrô da Vila.
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Café coado na mesa! Um diferencial do Bistrô da Vila
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Uma explosão de sabor!

Morretes – Acesso

Até os trajetos que levam à cidade histórica já impressionam! São caminhos coloniais, como a linda Estrada da Graciosa, sinuosa, florida e repleta de mirantes estratégicos; o Caminho do Itupava e a Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá, em que os trilhos do trem descem a Serra do Mar, passando por túneis, pontes gigantes, rios, cachoeiras e outros visuais exuberantes!

Desta vez, fomos pela ESTRADA DA GRACIOSA! Saindo de Curitiba pela BR-116, leva-se mais 40 km até o portal de entrada da Estrada da Graciosa, no km 61, em direção a SP. São 33 quilômetros calçados em paralelepípedos. Para melhor curtir o visual e evitar acidentes, dirija devagar e vá em dias de sol, pois as curvas sinuosas tornam-se mais perigosas com a baixa visibilidade de dias com neblina. CUIDADO: ao procurar no GPS pelo caminho pra Estrada da Graciosa, o seu aparelho pode te guiar a uma rua chamada Rua Estrada da Graciosa em Curitiba! Foi o que aconteceu conosco! Mas não se desespere porque o retorno à rodovia Régis Bittencourt é bem pertinho dali, e você reprograma o GPS para Morretes!

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Estrada da Graciosa – 33 km de paralelepípedos, muito verdes, hortênsias e mirantes estratégicos!
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Ponte metálica antiga por cima do rio Itupava – Estrada da Graciosa a caminho de Morretes-PR.

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Pico Paraná

Comemorando o Dia dos Namorados!

Saiba tudo sobre o Pico Paraná: onde começa a trilha, quando ir, os desafios e os obstáculos encontrados, os locais para camping, pontos de água, as maravilhas da natureza e o checklist!

O Pico Paraná é a montanha mais alta da região Sul do Brasil, com 1.877 metros. Localizado na porção central da Serra do Ibitiraquire, entre Campina Grande do Sul e Antonina, o PP, abreviatura pela qual também é conhecido, é uma montanha ícone para os montanhistas paranaenses! De seu cume, avista-se toda a serra na qual está inserido e vizinhas, além de trechos do litoral, de Curitiba e das demais cidades do primeiro planalto paranaense.

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Onde Começa a trilha

Pode-se iniciar a trilha a partir de duas propriedades privadas. Começamos da Fazenda Pico Paraná, onde pagamos uma taxa de R$15,00 por pessoa (junho/2018), que inclui a manutenção da trilha, trabalhos de preservação do meio ambiente na região, segurança dos veículos e controle de visitantes. Na sede da fazenda também há uma base de rádios na frequência 2-0, para quem tiver rádio se conectar, facilitando a comunicação de emergência e pedidos de resgastes. Para quem quer fazer o PP de ataque, iniciando o trekking de madrugada, saiba que o valor das 20 h às 06 h é R$ 20,00 (junho/2018).

No receptivo da fazenda também há espaço para camping, cachoeira, banheiro para tomar banho e lanchonete que vende café, refrigerante, cerveja, água, água de coco e pastéis, por sinal, deliciosos! Para chegar até a Fazenda Pico Paraná, pegue a BR-116 em direção a São Paulo. Depois de passar o Posto Tio Doca, à esquerda, siga mais uns 2 km até avistar uma placa indicando a entrada à Fazenda Pico Paraná, à direita, que fica exatamente antes da ponte sobre o Rio Tucum. Depois, siga pela estrada de terra por uns 7 km, sempre seguindo as placas da Fazenda Pico Paraná ou da Fazenda Rio das Pedras.

Lembre-se de que há pedágios. Também é possível ir de ônibus, sendo a passagem é vendida pela Princesa dos Campos com destino à Terra Boa. Sr. Dilson é o responsável pela administração da Fazenda Pico Paraná.

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Fazenda Pico Paraná – lugar seguro para deixar os veículos, acampar, comer e tomar banho
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Nosso grupo liderado pelo condutor em área natural, Bruno Banhuk.
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Pausa para o almoço no Getúlio
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Bananika Chips é uma ótima pedida para repor o sal e o açúcar do organismo
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Pedra do Grito – trilha Pico Paraná
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Olha ele lááááá!
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Vista da Serra do Ibitiraquire – Pico Paraná
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Bifurcação para o Pico Caratuva
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Momentos antes da descida e da subida da crista – parte tensa!

Quando ir

O verão na região é muito chuvoso. Como há muitos trechos expostos a raios e a mercê do clima da montanha, a melhor época é no inverno, quando os dias são mais secos e firmes, o céu é mais azul e a temperatura é mais amena. Fomos nos dias 09 e 10/jun/2018, com baixas temperaturas, sem chuva e sem “tapete de nuvem”. Porém, pudemos contemplar as estrelas, assistir ao nascer do sol e ter a vista perfeita dos 360º do topo. 

Como é a trilha: desafios, obstáculos e vistas

A subida do Pico Paraná leva de 6 a 8 horas, dependendo da condição e do preparo físicos da pessoa ou do grupo. Recomendamos que a jornada seja planejada para que o acampamento seja armado ainda à luz do dia. A trilha é toda sinalizada, inclusive com algumas placas nos cruzamentos importantes, mas recomendamos fazê-la com guia, sem sombra de dúvidas! É muito importante fazer com alguém que conheça o caminho e os pontos de água. Só faça por conta se você já tiver bastante desenvoltura e experiência em montanhismo. Recomendamos nosso condutor em área natural, Bruno Banhuk – Whatsapp: (42) 99969-6254. 

Lembre-se de que subir o PP não é somente uma caminhada longa, ela é considerada de nível difícil pelo fato de o terreno ser acidentado, ter vários pontos de ‘escalaminhada’ e ainda por ter trechos expostos. Resumindo, o trekking é bem chatinho! Ainda bem que todo o esforço é recompensado com o visual final! haha

O início da trilha já é uma subidinha puxada! Depois, caminhamos por uma mata muito fechada, cheia de galhos enroscando nas mochilas, sacos de dormir e isolantes térmicos. Por isso, uma dica é tentar colocar tudo dentro do mochilão. Depois, vem o “vale das raízes”, pelo qual ficamos em torno de 2 horas: pense num trecho que requer atenção redobrada e muuuuita calma! Em seguida, vêm a descida e a subida da crista, sendo que é na subida uma das piores e amedrontadoras partes: subimos o paredão de pedra escalaminhando pelos grampos e cordas, expostos ao penhasco. É um momento tenso, mas vai! Logo na sequência chegamos ao A2, onde montamos o acampamento para pernoitarmos. No abrigo 02, captamos água, fizemos nosso jantar no fogareiro, tiramos fotos do céu estrelado e fomos dormir por volta das 21 h. A alvorada foi às 04 h, para fazermos a última parte da subida ao cume e pegarmos o nascer do sol. A escuridão da madrugada, somada ao fato de estarmos ansiosos para chegarmos ao cume, faz com que não percebamos as vistas maravilhosas e, até mesmo, os locais perigosos que passamos! Vá com cuidado, preste bastante atenção onde pisa e agarre-se firme nos grampos e pedras! Contemple o nascer do sol e as vistas lá de cima e volte se deslumbrando com a fascinante paisagem da serra!

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Vista do Pico Paraná – antes da descida e subida da crista
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Subir aquele paredão é tenso!

 

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Nascer do sol , Pico Paraná/PR
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Lindo nascer do sol no cume do Pico Paraná
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Cume do Pico Paraná
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Vista da Baía de Antonina – Pico Paraná/PR
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Registrando a nossa conquista no livro do cume – Pico Paraná

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Pontos de Referência

Os pontos de referência até o cume são a Pedra do Grito, lago morto à esquerda, cume do Getúlio, cruzo para a trilha do Caratuva à esquerda, bica, cruzo para a trilha do Itapiroca à direita, primeira visão do Pico Paraná, abrigo 01, descida e subida da crista, abrigo 02, abrigo 03, a pedra do cume.

Acampamentos

Você pode acampar na própria Fazenda Pico Paraná, pois lá existe uma grande área de camping pra quem deseja fazer o trekking de ataque (subida e descida no mesmo dia). No A1, cabem 5 ou 6 barracas; no A2, 6 ou 7; no A3, umas 2 e, no cume, umas 4 ou 5 barracas. Recomendamos acampar no A2, como fizemos, por ser mais espaçoso para acomodação das barracas, ser menos exposto ao vento, ter captação de água, ficar a uma hora do topo, sem contar no belíssimo visual! Não recomendamos acampar no cume, porque não tem água e não é seguro em caso de tempestades e quedas de raios.

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Noite de queijos e vinhos para comemorarmos os 2 aninhos de #lylasser e o Dia dos Namorados
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Preparação da janta: miojo com linguiça Blumenau
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Nosso condutor em área natural, Bruno Banhuk
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Céu estrelado visto do Pico Paraná

Captação de água

Tem no início da trilha, ainda na fazenda. O próximo ponto fica depois do Getúlio, na bica, no meio do “vale das raízes”, entre o Caratuva e o Itapiroca. Após passar o cruzo para a trilha do Itapiroca, há mais dois pequenos rios, antes de chegar no A1. Depois, apenas no A2, pegando uma trilha que sai por trás da Casa de Pedra. Recomendamos levar uma garrafa de 1,5 L de água por pessoa e vá manejando a quantidade no decorrer do trajeto.

Checklist

  • Equipamentos – barraca p/ 2 ou 3 pessoas (compartilhe com os colegas) e divida o peso nas mochilas; isolante térmico; saco de dormir; cobertor de emergência; acreditamos que bastões de trekking nessa trilha não irão ajudar; lanterna de cabeça; carregador de baterias portátil; fogareiro (opcional) para preparação do jantar; saco estanque para proteger as roupas de dormir e eletrônicos; capa de chuva; capa de chuva para o mochilão (caso a previsão seja chuva); sacos plásticos para lixo e roupas molhadas;  caneca, garfo, faca e colher de alumínio; potinho de plástico para ser o prato;
  • Roupas – para a trilha: 01 legging para a subida e descida; 01 calça esportiva ou de trilha; 02 bandanas; 01 camisa manga longa dry-fit; 01 Anorak (corta vento); botas de trilha aderentes. Para dormir: 01 primeira pele; 01 calça térmica; 01 blusa Fleece; 01 calça moletom; 01 cacharrel; 02 pares de meia quentinhas; 01 toca/gorro; 01 cachecol quentinho; 01 par de luvas; 01 par de chinelos ou Crocs;
  • Alimentação – lanchinhos para a trilha: mix de castanhas, bananas, bananada, barras de chocolate Charge ou Sneackers, frutas secas, gatorade; almoço na trilha: sanduíche (quantidade e recheio livres); jantar: miojo, linguiça, ovo cozido, suco tangue, chocolate de sobremesa; café da manhã: Todynho e Bananika Chips são bem práticos para comer antes do ataque ao cume; na volta, café solúvel já misturado com leite em pó num recipiente pequeno; sanduíche;
  • Cuidado pessoal: lenços umedecidos; escova e pasta de dente; protetor solar e repelente; farmacinha: remédios para dor de cabeça, dor de estômago (acontece frequentemente os “desarranjos intestinais” devido à água ou uso do clor.in, enjoo), anti-alérgico, anti-inflamatório (para dores musculares – recomendamos Cataflan aerossol que ajudou muito na tendinite aguuudaaa), band-aid, esparadrapo, micropore, antisséptico, gaze, faixa, relaxante muscular, pomada para assaduras e vaselina para evitar bolhas e calos nos pés.
  • OBS: Adquirimos os nossos lanchinhos: mix de castanhas, frutas secas, amêndoas defumadas, cereais com mostarda e mel, bananadas e barras de proteína na Casa dos Cereais, e todos os nossos acampamentos na Casa do Pescador.

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