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Café da manhã na Pedra do Baú

Já pensou em contemplar o nascer do sol em cima da Pedra do Baú, tomando um delicioso café da manhã? A Altus Turismo Ecológico nos levou para conferir as belas paisagens e viver uma experiência incrível! Nós já tínhamos uma vontade enorme de fazer a trilha da Pedra do Baú e, ao saberem que estávamos […]

WhatsApp Image 2018 09 30 at 01.07.29 e1538281687603 770x430 - Circuito Fazenda Radical: Ecoturismo e Aventura

Circuito Fazenda Radical: Ecoturismo e Aventura

Monte Verde-MG

A Fazenda Radical, em Monte Verde-MG, reúne muitas atividades de aventura em um só lugar, atraindo os fãs do ecoturismo e da adrenalina à tranquila “Suíça Mineira”! A Fazenda Radical fica no meio da serra, a 6,4 km (15 minutos) do Portal de Monte Verde e foi criada com a ideia de complementar o turismo […]

20180728 140022 01 323x430 - Camping Terra da Lua

Camping Terra da Lua

Serra da Esperança-PR

A Terra da Lua é um lugar mágico e deslumbrante! Perfeito para acampar com os amigos ou em família, curtir a natureza e se aventurar! A Terra da Lua fica numa Área de Proteção Ambiental (APA), por isso, ao chegar na propriedade, logo percebemos o carinho e o cuidado dos proprietários com o meio ambiente! Moradores […]

20180714 092242 01 323x430 - Encontre a sua natureza no Ekôa Park

Encontre a sua natureza no Ekôa Park

Inaugurado há poucos meses (março/2018), o EKÔA PARK espera fomentar a consciência ecológica e o amor à natureza sem ser chato!

Localizado no KM 18,5 da Estrada da Graciosa, a 15 km no centro da histórica Morretes/PR, o Ekôa Park (@ekoapark) oferece um contato privilegiado com uma pequena porção remanescente da Mata Atlântica. Adultos e crianças estabelecem uma conexão única com a natureza por meio de práticas ecológicas: oficinas de estudos ambientais gratuitas, trilhas temáticas e atividades de aventura, como o voo cativo de balão, a bolha humana, o arvorismo e a tirolesa!

Vem com a gente desbravar este parque ecológico cheio de encantos!

20180714 085939 e1532462011208 - Encontre a sua natureza no Ekôa Park

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Antes de chegarmos no parque propriamente dito, entramos numa sala de projeção 180º, onde assistimos a um vídeo a respeito da formação do planeta, das formações geológicas, história de Morretes e os ciclos econômicos da cidade. É bem interativo e prendeu a atenção da Vic e do Kalel! Depois do vídeo, um troller nos aguarda para nos levar até o balão!

Ekôa Park, Morretes/PR

Chegaram as férias escolares de julho e nós ficamos matutando…o que fazer com as crianças? Como acreditamos no poder transformador e instrutivo das viagens, sempre planejamos roteiros que desloquem os pequenos da usual realidade deles para terem experiências únicas e desafiadoras em outros ambientes, preferencialmente, em meio à natureza.

Por isso, resolvemos descer à charmosa Morretes, no litoral do Paraná, para conhecermos o Ekôa Park, o qual traz uma proposta inovadora de aliar muita diversão à educação ecológica! E, para isso, o parque possui atividades de aventura super atrativas para toda a família!

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IMG 20180715 174059 694 475x430 - Final de semana em Morretes/PR

Final de semana em Morretes/PR

Roteiro para toda a família!

Confira nossas dicas em Morretes: passeios, hospedagem, restaurantes e acesso!

Morretes é um destino turístico muito procurado por casais, por ser pitoresca, com ruas de pedras charmosas e gastronomia peculiar que conferem o ar de romance ao lugar, por aventureiros, pois está cercada de montanhas, rios cachoeiras e trilhas, e por artistas em busca de inspirações nas referências históricas, nas belezas naturais da Mata Atlântica, na paisagem urbana e no vai e vem de pessoas às margens do rio Nhudiaquara, que atravessa o centro da cidade!

20161022 143310 - Final de semana em Morretes/PR

Nós, porém, pensamos em explorar o potencial turístico de Morretes em família, em virtude das férias escolares de julho das crianças! Tudo, porque abriu, em março (2018), o Ekôa Park, o qual oferece uma proposta que é a nossa cara: alia consciência ecológica e o amor pela natureza a atividades de aventura! Para isso, ficamos hospedados na Casa da Estação, um lindo casarão antigo, ao mesmo tempo super moderno, com um jardim de 9 mil m², piscina e cantinhos aconchegantes para relaxar! 

Ekôa Park - bolha humana
Bolha humana no Ekôa Park.
Ekôa Park, voo cativo de balão
Fizemos o voo cativo de balão (40 metros) e descemos de rapel. Crianças a partir de 7 anos podem fazer a atividade.

Casa da Estação, Morretes/PR

Casa da Estação, Morretes, Paraná
Casa da Estação, nossa charmosa pousada em Morretes/PR

Conhecemos também, os restaurantes e bistrôs charmosos da cidade, onde experimentamos o melhor da gastronomia local, como o famoso e tradicional barreado, a banana flambada de sobremesa e os pratos à base de peixes e camarões!

Morretes – Localização e História:

Morretes, é uma cidade histórica da região litorânea do Paraná, localizada ao pé da Serra do Mar, que nos encanta com suas ruas de pedras, casario colorido e preservado desde o século XVIII. A região que era originalmente ocupada pelos índios carijós passou a receber mineradores e aventureiros de São Paulo devido à descoberta de jazidas de ouro em 1646. 

Passeio no centro de Morretes

Atravessado pelo rio Nhundiaquara, onde os turistas passeiam de caiaque, praticam Stand Up Paddle e boiacross, o centrinho histórico de Morretes é um charme só! O passeio a pé nas ruas de pedras, entre os casarões coloridos, podem levar horas se você se entretiver nas lojinhas de artesanatos, sorveterias, feirinha de produtos artesanais – à base de banana, gengibre, cachaça e mel -, igrejas, museus e outros cantinhos especiais. Além disso, você pode assistir a performances musicais de artistas locais. Para comer, há vários restaurantes e bistrôs tão charmosos e aconchegantes quanto a própria cidade! 

Morretes, Paraná
Rio Nhundiaquara com vista para o Restaurante Madalozo
Morretes - Paraná
Feirinha no centro de Morretes/PR
Morretes - PR
Kalel e Vic apreciando a vista!

Quando ir

A alta temporada em Morretes é no verão (dezembro a fevereiro). No carnaval a cidade ferve, literalmente, devido às tradições de festas carnavalescas na região, principalmente Antonina. As temperaturas são propícias aos banhos de piscinas nas pousadas, cachoeiras e à prática de esportes nas águas do rio Nhundiaquara. Se você, como nós, prefere lugares mais vazios, vá nos meses em que a temperaturas estão baixas (junho a agosto). Além de estar mais pacata, a cidade também tem todo o charme das programações de inverno!

Gastronomia em Morretes

RESTAURANTE MADALOZO

Um dos restaurantes mais antigos e tradicionais de Morretes, o Madalozo está localizado à beira do rio Nhundiaquara, sendo o destaque do cardápio o famoso barreado, acompanhado de frutos do mar e peixes no sistema de rodízio. De sobremesa, não deixe de experimentar a tradicional banana flambada! Logo na entrada, há uma mesinha com cachaça de banana, batida de maracujá e outros aperitivos típicos! Nós amamos tudo: ambiente, a vista, a comida deliciosa e o atendimento caloroso de toda a equipe de garçons!

INFORMAÇÕES:

Funciona de segunda à segunda, das 11:30 às 15:00

Rua Almirante Frederico de Oliveira, 16

Fones: (41) 3462-1410 ou (41) 9946-2192 

E-mail: reserva@madalozo.com.br

Restaurante Madalozo, Morretes-PR
Restaurante Madalozo, às margens do rio Nhundiaquara.

20180714 150526 e1532364614742 - Final de semana em Morretes/PR

Restaurante Madalozo, Morretes-PR
O tradicional barreado, acompanhado de banana.
Restaurante Madalozo, Morretes-PR
Rodízio de camarão empanado, camarão ao bafo, tilápia empanada, kibe, banana frita recheada com carne, salmão grelhado com vários molhos.

RESTAURANTE CASA DO RIO

Localizado à beira do rio Nhundiaquara, o restaurante Casa do Rio (@casadoriomorretes) é um daqueles cantinhos aconchegantes de Morretes, à luz de velas. Enquanto jantávamos, assistíamos ao espetáculo de dança CABARET SHOW, perfeito programa para um sábado à noite. Até as crianças ficaram vidradas no casal que se apresentava lindamente e com muita emoção. A comida estava deliciosa! Nós pedimos uma sequência de frutos do mar, com camarões pistola, camarões empanados, salmão grelhado e legumes; para a Vic e o Kalel, os pratos Kids, com arroz, batata frita, salada e três opções de proteína: bife, peixe ou frango. 

INFORMAÇÕES:

Funcionamento: segunda, quinta, sexta, sábado e domingo das 8h às 23h. / Terça e quarta, das 8h às 15h

Endereço: Alameda João de Almeida, 9, Centro Histórico Morretes.

Fones: (41) 99521-4383; (41) 99135-6204;  (41) 3462-1371

E-mail: casadorio@restaurantecasadorio.com.br

Restaurante Casa do Rio, Morretes/PR
Na beira do rio Nhundiaquara, está o charmoso Casa do Rio
Casa do Rio, Morretes/PR
Ambiente bem aconchegante!
Casa do Rio, Morretes/PR
Todo mundo feliz e amando a comida do Restaurante Casa do Rio.
Casa do Rio, Morretes/PR
Deliciosa sequência de frutos do mar!
Casa do Rio, Morretes/PR
As crianças amaram os pratos kids!

BISTRÔ DA VILA

É charme e aconchego que queremos em Morretes? Então , é claro que não podíamos deixar de conhecer o Bistrô da Vila (@_bistrodavila), inaugurado em 2016, bem no meio do centro histórico, onde fica o Instituto Mirtilo Trombini! Perfeito cenário para uma tarde de domingo de sol: mesas coloridas ao ar livre, dispostas abaixo de uma grande amoeira, um lindo jardim, uma boa música ao vivo, bons drinks e um delicioso e completo cardápio para completar a ‘good vibe ‘ de um cantinho especial! As refeições como o tradicional barreado e pratos com frutos do mar são preparados pela própria proprietária, que prioriza as matérias-primas locais, orgânicas e frescas! De sobremesa, experimentamos a exclusiva ‘Morangoffe’; depois, pedimos um café coado na hora, em nossa mesa, enquanto as crianças brincavam soltas no jardim! O Bistrô da Vila é realmente um lugar que não pode ficar de fora do seu roteiro em Morretes! 

Bistrô da Vila, Morretes/PR

Bistrô da Vila, Morretes - Paraná
Mesas coloridas dispostas à sombra de uma grande amoeira
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Um cantinho mais charmoso que o outro no Bistrô da Villa!
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Vic e Kalel aproveitaram e brincaram muito no jardim do Bistrô da Vila
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Uma das refeições mais charmosas que já fizemos. Parece até que estamos num jardim europeu!
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Espetinho de camarão com queijo coalho bem suculento e saboroso!
Bistrô da Vila, Morretes-PR
Mais um cantinho cheio de graça do Bistrô da Vila!
Bistrô da Vila, Morretes -PR
Deliciosa caipirinha de maracujá!
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Delicioso crepe de frango com molho branco
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Robalo grelhado com camarões e legumes grelhados! Prato perfeito e leve!
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Morangoffe, sobremesa mais pedida do Bistrô da Vila.
Bistrô da Vila, Morretes -PR
Café coado na mesa! Um diferencial do Bistrô da Vila
Bistrô da Vila, Morretes - PR
Uma explosão de sabor!

Morretes – Acesso

Até os trajetos que levam à cidade histórica já impressionam! São caminhos coloniais, como a linda Estrada da Graciosa, sinuosa, florida e repleta de mirantes estratégicos; o Caminho do Itupava e a Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá, em que os trilhos do trem descem a Serra do Mar, passando por túneis, pontes gigantes, rios, cachoeiras e outros visuais exuberantes!

Desta vez, fomos pela ESTRADA DA GRACIOSA! Saindo de Curitiba pela BR-116, leva-se mais 40 km até o portal de entrada da Estrada da Graciosa, no km 61, em direção a SP. São 33 quilômetros calçados em paralelepípedos. Para melhor curtir o visual e evitar acidentes, dirija devagar e vá em dias de sol, pois as curvas sinuosas tornam-se mais perigosas com a baixa visibilidade de dias com neblina. CUIDADO: ao procurar no GPS pelo caminho pra Estrada da Graciosa, o seu aparelho pode te guiar a uma rua chamada Rua Estrada da Graciosa em Curitiba! Foi o que aconteceu conosco! Mas não se desespere porque o retorno à rodovia Régis Bittencourt é bem pertinho dali, e você reprograma o GPS para Morretes!

Estrada da Graciosa, Paraná
Estrada da Graciosa – 33 km de paralelepípedos, muito verdes, hortênsias e mirantes estratégicos!
Estrada da Graciosa
Ponte metálica antiga por cima do rio Itupava – Estrada da Graciosa a caminho de Morretes-PR.

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Final de semana em Morretes/PR

Roteiro para toda a família! …

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Pico Camapuã

Nosso noivado em cima das nuvens!

Subimos o Pico Camapuã namorando e descemos noivos! Não tinha melhor maneira de eternizarmos a nossa primeira montanha! O Pico Camapuã foi um ‘graaaaannndeeee’ divisor de fases de nossas vidas! Dia 5 de agosto é o DIA DO MONTANHISTA! E, a partir de 2017, passou a ser um dia duplamente inesquecível para nós: fizemos o […]

20180610 101134 573x430 - Pico Paraná

Pico Paraná

Comemorando o Dia dos Namorados!

Saiba tudo sobre o Pico Paraná: onde começa a trilha, quando ir, os desafios e os obstáculos encontrados, os locais para camping, pontos de água, as maravilhas da natureza e o checklist!

O Pico Paraná é a montanha mais alta da região Sul do Brasil, com 1.877 metros. Localizado na porção central da Serra do Ibitiraquire, entre Campina Grande do Sul e Antonina, o PP, abreviatura pela qual também é conhecido, é uma montanha ícone para os montanhistas paranaenses! De seu cume, avista-se toda a serra na qual está inserido e vizinhas, além de trechos do litoral, de Curitiba e das demais cidades do primeiro planalto paranaense.

Pico Paraná

Onde Começa a trilha

Pode-se iniciar a trilha a partir de duas propriedades privadas. Começamos da Fazenda Pico Paraná, onde pagamos uma taxa de R$15,00 por pessoa (junho/2018), que inclui a manutenção da trilha, trabalhos de preservação do meio ambiente na região, segurança dos veículos e controle de visitantes. Na sede da fazenda também há uma base de rádios na frequência 2-0, para quem tiver rádio se conectar, facilitando a comunicação de emergência e pedidos de resgastes. Para quem quer fazer o PP de ataque, iniciando o trekking de madrugada, saiba que o valor das 20 h às 06 h é R$ 20,00 (junho/2018).

No receptivo da fazenda também há espaço para camping, cachoeira, banheiro para tomar banho e lanchonete que vende café, refrigerante, cerveja, água, água de coco e pastéis, por sinal, deliciosos! Para chegar até a Fazenda Pico Paraná, pegue a BR-116 em direção a São Paulo. Depois de passar o Posto Tio Doca, à esquerda, siga mais uns 2 km até avistar uma placa indicando a entrada à Fazenda Pico Paraná, à direita, que fica exatamente antes da ponte sobre o Rio Tucum. Depois, siga pela estrada de terra por uns 7 km, sempre seguindo as placas da Fazenda Pico Paraná ou da Fazenda Rio das Pedras.

Lembre-se de que há pedágios. Também é possível ir de ônibus, sendo a passagem é vendida pela Princesa dos Campos com destino à Terra Boa. Sr. Dilson é o responsável pela administração da Fazenda Pico Paraná.

Fazenda Pico Paraná
Fazenda Pico Paraná – lugar seguro para deixar os veículos, acampar, comer e tomar banho
Pico Paraná
Nosso grupo liderado pelo condutor em área natural, Bruno Banhuk.
Getúlio - Pico Paraná
Pausa para o almoço no Getúlio
Pico Paraná
Bananika Chips é uma ótima pedida para repor o sal e o açúcar do organismo
Pico Paraná
Pedra do Grito – trilha Pico Paraná
Pico Paraná
Olha ele lááááá!
Pico Paraná
Vista da Serra do Ibitiraquire – Pico Paraná
Pico Paraná/PR
Bifurcação para o Pico Caratuva
Pico Paraná/PR
Momentos antes da descida e da subida da crista – parte tensa!

Quando ir

O verão na região é muito chuvoso. Como há muitos trechos expostos a raios e a mercê do clima da montanha, a melhor época é no inverno, quando os dias são mais secos e firmes, o céu é mais azul e a temperatura é mais amena. Fomos nos dias 09 e 10/jun/2018, com baixas temperaturas, sem chuva e sem “tapete de nuvem”. Porém, pudemos contemplar as estrelas, assistir ao nascer do sol e ter a vista perfeita dos 360º do topo. 

Como é a trilha: desafios, obstáculos e vistas

A subida do Pico Paraná leva de 6 a 8 horas, dependendo da condição e do preparo físicos da pessoa ou do grupo. Recomendamos que a jornada seja planejada para que o acampamento seja armado ainda à luz do dia. A trilha é toda sinalizada, inclusive com algumas placas nos cruzamentos importantes, mas recomendamos fazê-la com guia, sem sombra de dúvidas! É muito importante fazer com alguém que conheça o caminho e os pontos de água. Só faça por conta se você já tiver bastante desenvoltura e experiência em montanhismo. Recomendamos nosso condutor em área natural, Bruno Banhuk – Whatsapp: (42) 99969-6254. 

Lembre-se de que subir o PP não é somente uma caminhada longa, ela é considerada de nível difícil pelo fato de o terreno ser acidentado, ter vários pontos de ‘escalaminhada’ e ainda por ter trechos expostos. Resumindo, o trekking é bem chatinho! Ainda bem que todo o esforço é recompensado com o visual final! haha

O início da trilha já é uma subidinha puxada! Depois, caminhamos por uma mata muito fechada, cheia de galhos enroscando nas mochilas, sacos de dormir e isolantes térmicos. Por isso, uma dica é tentar colocar tudo dentro do mochilão. Depois, vem o “vale das raízes”, pelo qual ficamos em torno de 2 horas: pense num trecho que requer atenção redobrada e muuuuita calma! Em seguida, vêm a descida e a subida da crista, sendo que é na subida uma das piores e amedrontadoras partes: subimos o paredão de pedra escalaminhando pelos grampos e cordas, expostos ao penhasco. É um momento tenso, mas vai! Logo na sequência chegamos ao A2, onde montamos o acampamento para pernoitarmos. No abrigo 02, captamos água, fizemos nosso jantar no fogareiro, tiramos fotos do céu estrelado e fomos dormir por volta das 21 h. A alvorada foi às 04 h, para fazermos a última parte da subida ao cume e pegarmos o nascer do sol. A escuridão da madrugada, somada ao fato de estarmos ansiosos para chegarmos ao cume, faz com que não percebamos as vistas maravilhosas e, até mesmo, os locais perigosos que passamos! Vá com cuidado, preste bastante atenção onde pisa e agarre-se firme nos grampos e pedras! Contemple o nascer do sol e as vistas lá de cima e volte se deslumbrando com a fascinante paisagem da serra!

Pico Paraná
Vista do Pico Paraná – antes da descida e subida da crista
Pico Paraná
Subir aquele paredão é tenso!

 

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Pico Paraná
Nascer do sol , Pico Paraná/PR
Pico Paraná
Lindo nascer do sol no cume do Pico Paraná
Pico Paraná
Cume do Pico Paraná
Pico Paraná
Vista da Baía de Antonina – Pico Paraná/PR
Pico Paraná/PR
Registrando a nossa conquista no livro do cume – Pico Paraná

20180610 071509 e1529371588360 - Pico Paraná

Pontos de Referência

Os pontos de referência até o cume são a Pedra do Grito, lago morto à esquerda, cume do Getúlio, cruzo para a trilha do Caratuva à esquerda, bica, cruzo para a trilha do Itapiroca à direita, primeira visão do Pico Paraná, abrigo 01, descida e subida da crista, abrigo 02, abrigo 03, a pedra do cume.

Acampamentos

Você pode acampar na própria Fazenda Pico Paraná, pois lá existe uma grande área de camping pra quem deseja fazer o trekking de ataque (subida e descida no mesmo dia). No A1, cabem 5 ou 6 barracas; no A2, 6 ou 7; no A3, umas 2 e, no cume, umas 4 ou 5 barracas. Recomendamos acampar no A2, como fizemos, por ser mais espaçoso para acomodação das barracas, ser menos exposto ao vento, ter captação de água, ficar a uma hora do topo, sem contar no belíssimo visual! Não recomendamos acampar no cume, porque não tem água e não é seguro em caso de tempestades e quedas de raios.

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Pico Paraná
Noite de queijos e vinhos para comemorarmos os 2 aninhos de #lylasser e o Dia dos Namorados
Pico Paraná - A2
Preparação da janta: miojo com linguiça Blumenau
Pico Paraná
Nosso condutor em área natural, Bruno Banhuk
Pico Paraná
Céu estrelado visto do Pico Paraná

Captação de água

Tem no início da trilha, ainda na fazenda. O próximo ponto fica depois do Getúlio, na bica, no meio do “vale das raízes”, entre o Caratuva e o Itapiroca. Após passar o cruzo para a trilha do Itapiroca, há mais dois pequenos rios, antes de chegar no A1. Depois, apenas no A2, pegando uma trilha que sai por trás da Casa de Pedra. Recomendamos levar uma garrafa de 1,5 L de água por pessoa e vá manejando a quantidade no decorrer do trajeto.

Checklist

  • Equipamentos – barraca p/ 2 ou 3 pessoas (compartilhe com os colegas) e divida o peso nas mochilas; isolante térmico; saco de dormir; cobertor de emergência; acreditamos que bastões de trekking nessa trilha não irão ajudar; lanterna de cabeça; carregador de baterias portátil; fogareiro (opcional) para preparação do jantar; saco estanque para proteger as roupas de dormir e eletrônicos; capa de chuva; capa de chuva para o mochilão (caso a previsão seja chuva); sacos plásticos para lixo e roupas molhadas;  caneca, garfo, faca e colher de alumínio; potinho de plástico para ser o prato;
  • Roupas – para a trilha: 01 legging para a subida e descida; 01 calça esportiva ou de trilha; 02 bandanas; 01 camisa manga longa dry-fit; 01 Anorak (corta vento); botas de trilha aderentes. Para dormir: 01 primeira pele; 01 calça térmica; 01 blusa Fleece; 01 calça moletom; 01 cacharrel; 02 pares de meia quentinhas; 01 toca/gorro; 01 cachecol quentinho; 01 par de luvas; 01 par de chinelos ou Crocs;
  • Alimentação – lanchinhos para a trilha: mix de castanhas, bananas, bananada, barras de chocolate Charge ou Sneackers, frutas secas, gatorade; almoço na trilha: sanduíche (quantidade e recheio livres); jantar: miojo, linguiça, ovo cozido, suco tangue, chocolate de sobremesa; café da manhã: Todynho e Bananika Chips são bem práticos para comer antes do ataque ao cume; na volta, café solúvel já misturado com leite em pó num recipiente pequeno; sanduíche;
  • Cuidado pessoal: lenços umedecidos; escova e pasta de dente; protetor solar e repelente; farmacinha: remédios para dor de cabeça, dor de estômago (acontece frequentemente os “desarranjos intestinais” devido à água ou uso do clor.in, enjoo), anti-alérgico, anti-inflamatório (para dores musculares – recomendamos Cataflan aerossol que ajudou muito na tendinite aguuudaaa), band-aid, esparadrapo, micropore, antisséptico, gaze, faixa, relaxante muscular, pomada para assaduras e vaselina para evitar bolhas e calos nos pés.
  • OBS: Adquirimos os nossos lanchinhos: mix de castanhas, frutas secas, amêndoas defumadas, cereais com mostarda e mel, bananadas e barras de proteína na Casa dos Cereais, e todos os nossos acampamentos na Casa do Pescador.

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Pico Paraná

Comemorando o Dia dos Namorados! …

20180425 150003 e1527905545272 323x430 - Escalada de árvores gigantes na Amazônia

Escalada de árvores gigantes na Amazônia

Amazon Tree Climbing

Escalada em árvore está entre as atrações imperdíveis de Manaus, segundo a nossa humilde opinião!

Quase não se ouve falar na possibilidade de escalar árvores na lista de “o que fazer” na Amazônia. Ao planejarmos nossa viagem a Manaus, encontramos, sem querer, a agência AMAZON TREE CLIMBING, que realiza escalada em árvores, além de pacotes incluindo as famosas caminhadas ecológicas, a visita ao Encontro das Águas e outros atrativos imperdíveis na selva. Para nós, aventureiros e fãs da adrenalina, foi uma sorte! Hoje, depois de termos realizado a atividade, podemos dizer que escalar uma das árvores gigantes e centenárias da floresta amazônica é uma experiência obrigatória e deveria estar entre os atrativos TOP de Manaus (veja a nossa).

G1028056 - Escalada de árvores gigantes na Amazônia

Equipamentos importados de alta qualidade, Amazon Tree Climbing

“A Amazônia como você nunca viu”, diz o slogan da Amazon Tree Climbing! “Uma oportunidade de chegar ao topo das maiores árvores amazônicas, permitindo aos visitantes uma nova interação com a floresta!”

Amazon Tree Climbing (@amazontreeclimbing) é a empresa certa para você escalar, porque possui profissionais atenciosos, competentes, experientes e equipamentos importados de primeira qualidade. Eles têm árvores escolhidas para a escalada em vários pontos da cidade de Manaus e na floresta, inclusive no Amazon Ecocpark, onde estávamos hospedados. (veja aqui onde se hospedar em Manaus).

 

escalada em arvore

escalada em arvore

G0947776 - Escalada de árvores gigantes na Amazônia

Por isso, eles foram até a gente e nos proporcionaram uma vivência única e mágica, que foi andar nos galhos de um Angelim-branco, de 40 metros de altura, e ver a Floresta Amazônica e do rio Tarumã de um ângulo privilegiado!

Chegar na copa de uma árvore gigante foi sinônimo de superação, além de ser muito legal nos sentirmos um macaco e uma preguiça…hahaha!

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escalada em árvore, Amazon Tree Climbing

G0947782 - Escalada de árvores gigantes na Amazônia

IMG 20180508 080544 059 - Escalada de árvores gigantes na Amazônia

INFORMAÇÕES:

info@amazontreeclimbing.com | +55 (92) 8195 8585
Manaus | Amazonas | Brasil

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Escalada de árvores gigantes na Amazônia

Amazon Tree Climbing …

G1468764 01 530x430 - O nosso dia a dia no Monte Roraima

O nosso dia a dia no Monte Roraima

Os detalhes da nossa rotina no maior tepui do mundo!

Tem o sonho de fazer a Expedição Monte Roraima? Mas não sabe o que te espera por lá? Saiba aqui como foi o nosso dia a dia durante os 7 dias de trekking no ‘Mundo Perdido’! LEIA MAIS Tudo sobre a nossa Expedição Monte Roraima Checklist Monte Roraima Mesmo lendo muito a respeito do Monte […]

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Expedição Monte Roraima

Os encantos e mistérios do Paraíso das Cachoeiras

A Expedição Monte Roraima é o trekking dos sonhos de todo trilheiro e aventureiro e atrai as atenções de biólogos e geólogos do mundo inteiro. Sabe por quê?

O imponente Monte Roraima
Monte Roraima visto depois da travessia do Rio Kukenán

O Monte Roraima constitui um tepui (tepuy), tipo de monte em formato de mesa, típico do Planalto das Guianas. Localizado na tríplice fronteira entre Brasil a leste (5% de sua área), Guiana ao norte (10%) e Venezuela (85%), o imponente tepui é o oitavo ponto mais alto do Brasil, com 2.875 metros de altitude. A sua origem remonta ao período Proterozóico (antigo pré-cambriano), há cerca de 1,7 a 2 bilhões de anos, antes da existência de uma vida complexa no planeta! Lá em cima, encontram-se fauna e flora marcados por acentuados endemismos (grupos taxonômicos que se desenvolveram numa região restrita, causados por mecanismos de isolamento, alagamentos, movimentação de placas tectônicas – deriva continental – e, por isso, tiveram que se adaptar.

Espécie endêmica de planta vista apenas no topo do Monte Roraima
planta vista apenas no topo do Monte Roraima

No topo, o terreno acidentado, inóspito, de solo ácido e pobre devido à lixiviação promovido pelo curso das águas, que impede a fixação dos nutrientes, encontramos uma vegetação diferente de tudo o que já vimos em nossas aventuras, com diversas espécies de plantas carnívoras, bem como répteis e anfíbios que vêm sofrendo constante evolução. Por exemplo, o sapinho “brachy” que era venenoso, mas, por falta de predador, não é mais. Vimos também um quati solitário, que rondava o nosso acampamento esperando receber comida. Ainda há muito o que se descobrir no topo do Monte Roraima e a cada ano novas espécies são descobertas.

20180430 162817 - Expedição Monte Roraima

O planalto Monte Roraima é composto de arenito e conglomerados de dioritos, recoberto por camadas de argila e depósitos de quartzo. Tudo isso, propicia a formação de alguns dos atrativos que visitamos no topo: o “Vale dos Cristais”, elevadas concentrações desse mineral formam um “tapete” de vários centímetros de cristais brancos e rosados, e o arenito, erodido pelas condições climáticas, pode assumir o formato de monolitos, assemelhando-se a animais, objetos e outros – as pedras do “golfinho”, da “tartaruga”, do “macaco”, da “igreja”, do “labirinto” e do “coração”. O interior do planalto é repleto de cavernas, fendas, cânions e sumidouros, motivos que conferem o ar de mistério ao monte.

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CLIMA:

O clima é tropical, com verão (estação seca) de dezembro a março e inverno (chuvoso) entre abril e outubro. Isto é a teoria; na prática, o clima é bastante instável e nunca se sabe quando pode chover. No topo, a temperatura cai bastante, faz frio, é úmido e é comum ter muita névoa, mais um motivo que dá um certo mistério ao local, pois só enxergamos o que está a nossa frente à medida em que vamos andando, e a sensação é de andar sobre as nuvens! Nos meses de chuva (época em que fizemos a expedição), surgem incontáveis e gigantes quedas d’água. Por isso, o Monte Roraima também é conhecido como o Paraíso das Cachoeiras.

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EL PASO DE LAS LAGRIMAS
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ABISMO

HISTÓRIA: 

No ano de 1595, durante a colonização britânica e espanhola, foi descoberta a incrível Montanha de Cristal, o Monte Roraima. Porém só foi escalado pela primeira vez no ano de 1884, pelo aventureiro Everard Ferdinand Im Thurm. O monte já foi fonte de inspiração para escritores como Arthur Conan Doyle, que descreveu em seu livro, O Mundo Perdido (1912), as riquezas naturais e belezas da região, o qual inspirou o filme de animação UP, altas aventuras!

É por toda essa história, singularidade, beleza, imponência, lendas, mistérios e dificuldade de acesso que o Monte Roraima fascina muitas pessoas, inclusive nós! Vem com a gente para mais uma aventura?

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QUANDO IR?

É quase que unânime a ideia de que a melhor época para o trekking ao Monte Roraima é entre dezembro e março. Na verdade, esse período é menos chuvoso na região, mas não significa que não choverá! O contrário também pode acontecer: há expedições no inverno em que não chove, e o grupo tem a sorte de pegar dias ensolarados e abertos. Com certeza, é menos sofrido ir na estação seca, porque os equipamentos, as barracas e as roupas não molham, além de ser menos frio. Porém você não verá as cachoeiras, pois elas secam.

Fizemos a expedição de 7 dias entre 28 de abril a 04 de maio

1º dia: sol;

2º dia: muita chuva de manhã que encheu o rio Tek e Kukenán. Como temos que atravessá-los, tivemos que esperar até meio dia para começarmos a caminhada. Depois abriu o tempo;

3º dia: a ascensão foi de muita chuva o dia inteiro. Chegamos no topo ensopados e com muito frio;

4º e 5º dias: garoa e névoa no topo o dia todo. Mesmo assim, fizemos os trekkings para visitação dos atrativos. No final do 5º dia abriu o tempo, tivemos minutos sem névoa e fomos presenteados com vistas surreais dos paredões do Monte Roraima, das dezenas de cachoeiras, do tepui vizinho, o Kukenán, e da segunda maior queda livre do mundo.

6º e 7º dias: Descida com muito sol e direito a um banho geladinho no rio Tek para relaxar os músculos.

Preparativos pro trekking Monte Roraima
Galera animada de turistas e índios venezuelanos (guias e carregadores) nos preparativos para o trekking!
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Descanso e captação de água

DOCUMENTAÇÃO

Não é exigido passaporte. Leve identidade e carteira de vacinação contra a febre amarela. Não estava sendo cobrada a Carteira Internacional de Vacinação.

COMO CHEGAR E COM QUEM IR

De Boa Vista a Pacaraima, cidade brasileira que faz fronteira com a Venezuela, são 23O Km pela BR-174. Passando para o lado venezuelano, já na Autopista 10 (rota internacional que corta a Gran Sabana, liga o interior ao caribe e passa por várias comunidades e aldeias), chegamos em Santa Elena de Uairén, porta de entrada para o Monte Roraima. Mas para chegar ao monte, é obrigatório estar acompanhado de um guia local, contratado diretamente na Venezuela ou por meio de agências no Brasil.

  • Contratação de um guia na Venezuela: opção que pode parecer mais econômica. Mas você terá que pesquisar um guia de confiança, montar um grupo e ainda chegar à Santa Elena por conta própria. Realmente não aconselhamos essa prática, pois há muitos “índios” descomprometidos e que abandonam seus clientes turistas no meio da expedição e nós vimos isso acontecer!
  • Contratação de uma agência venezuelana: os preços são mais acessíveis por conta da desvalorização do Bolívar em relação ao real, porém você terá que chegar a Santa Elena por conta própria e os serviços podem não ser o esperado.
  • Contratação de uma agência brasileira: Mais recomendado por ser mais seguro e incluir transporte até o lado venezuelano. Fizemos com a Clube Native (@clubenative), de Boa Vista. Recomendamos e aconselhamos! Foi uma experiência maravilhosa, pois eles operam o trekking com uma equipe de nove índios venezuelanos super unida, responsável, experiente na trilha, cozinham muitooooo bem e entendem do clima, de primeiros socorros, costuram botas, carregam toneladas e, mesmo assim, estão sempre de bom humor e dispostos a ajudar. São verdadeiros super-heróis!

ALIMENTAÇÃO, BARRACAS E EQUIPAMENTOS

Ao contratar a Clube Native, está incluso no pacote o transporte até a Venezuela, alimentação nos 7  dias de trekking, barraca dupla, isolante térmico, saco de dormir, taxas administrativas e deslocamento de retorno à Boa Vista. Você só precisa levar seu mochilão com roupas e outros equipamentos individuais que contamos no checklist . Toda a alimentação é levada pelos guias locais, que preparam as refeições fresquinhas três vezes ao dia (café da manhã, almoço e jantar). Você só precisa levar petiscos e snacks, mas não caia na tentação de levar muita comida.

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OBS1: Você pode pagar um carregador por R$250,00 (mochila até 15kg);

OBS2: Os equipamentos oferecidos pela Clube Native são de ótima qualidade. E todo o resto compramos na Casa do Pesacador.

MANEJO DE ÁGUA, LIXO E BARRACA DO COCÔ

O trajeto ao topo do Monte Roraima é estrategicamente pensado à beira de rios para a coleta de água e banho. Da mesma forma estão localizados os chamados “hotéis” lá em cima, onde os guias montam nossas barracas e ficamos “hospedados” durante a expedição. Então, não se preocupe em levar muita água. Leve uma garrafa de 2 litros, CLOR.IN para desinfetação, e vá planejando a sua próxima captação de água. Os índios vão avisando os pontos. Leve também uma sacolinha para colocar o lixo que você produz durante a trilha e na barraca, depois vá entregando aos guias. Para fazer xixi, você pode ir no mato. Para fazer o nº2 existe a “barraca do cocô”, com penico e sacolinha com cal. Os guias também vão recolhendo.

O TREKKING (DIA A DIA)

DIA 1

-Saída de Boa Vista às 5:00h rumo à fronteira (Santa Elena de Uairén). Às 7:30h tem parada para café da manhã em Pacaraima;

-Rumo ao Paraitepuy: embarque nas Toyotas tacionadas. É cerca de 1:30 de 4×4 até o Paraitepuy, onde almoçamos, recebemos nossos isolantes térmicos e sacos de dormir;

-Trekking até o 1º acampamento Tokwõno, às margens do rio Tek: São 14 km de caminhada, mais ou menos 5 horas de caminhada a céu aberto, em meio à Gran Sabana, passando por riachos para tomar água e encher as garrafas. Lá, os índios montam as barracas e preparam o jantar enquanto tomamos banho no rio.

-Recomenda-se fazer o trekking de calça (para evitar picadas de puri puri e camisas de manga longa com proteção UV. Usar protetor solar, repelente e chapéu.

Dia 2

-Rumo à base: São cerca de 11 km até o acampamento Base, chegando a uma altitude de 1.850 metros. Logo no início da caminhada, atravessamos o Rio Kukenán.

-Recomenda-se atravessar de meias, pois elas aderem às pedras do rio, ou de papetes (tipo crocs). Também é legal usar aquelas calças que viram bermudas e ter a capa de chuva sempre de fácil acesso.

Dia 3 (1ª noite no topo)

-Hora de subir a rampa: da base ao topo são 3 km de subida, 4 a 5 horas de caminhada. “La rampa” é uma fenda natural que forma uma trilha que dá o único acesso ao topo do Monte Roraima. A fauna e a flora são muito exuberantes, e podemos observar várias espécies endêmicas, que só existem lá. A floresta já é úmida, com muitas travessias de pontos de águas, inclusive o  Salto Passo das Lágrimas. Passamos também por 2 “miradores” (mirantes), de onde observamos a Gran Sabana. Chegando ao topo, ainda caminhamos para chegar nos abrigos naturais, cavernas conhecidas como “hotéis”, localizados a 2.800 metros de altitude.

-Recomenda-se vestir calças e mangas longas. Devemos ter as mãos livres para segurarmos em galhos e raízes. Tomar cuidado com as pedras soltas. Quem precisar, use tensores para joelhos e tornozelos, pois são muito sobrecarregados.

Dias 4 e 5 (Tour pelo topo)

-Café da manhã e saída com destino aos atrativos do monte. Os guias fazem os roteiros dependendo do clima e disposição do grupo. Pode-se caminhar o dia inteiro, retornando apenas no final da tarde, ou caminhadas matutinas, com retorno para o almoço no “hotel” e depois caminhada vespertina. Mais uma vez, a quantidade de atrativos visitados vai depender do ritmo do grupo e das condições climáticas.

-Para o tour em cima do Roraima, recomenda-se usar vestimentas de acordo com o clima, levar capa de chuva, casaco corta-vento, protetor solar (mesmo nublado e com névoa, o sol queima), protetor labial, bandanas, balaclavas, lanche para a trilha.

Dia 6 (Início do retorno)

-Descida e retorno ao acampamento Tokwõno: Logo após o café da manhã, inicia-se a descida, com parada para almoço e descanso no acampamento Base. Depois, seguimos em direção ao acampamento às margens do rio Kukenán, podendo nos deliciar com um refrescante banho de água gelada para relaxar os músculos. São 14 km de caminhada.

Dia 7

-Rumo à Santa Elena e retorno à Boa Vista: Logo após o café da manhã, fazemos o trekking até Paraitepuy. São cerca de 4 horas de caminhada. Chegando lá, vamos de Toyota 4×4 à comunidade  de São Francisco de Yuruani, onde comemos um delicioso almoço (não incluso no pacote), visitamos algumas lojas de artesanato e seguimos viagem para Boa Vista.

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