Jalapão – TO

O deserto das águas!

Olá, queridos aventureiros! Contaremos tudo sobre nossa viagem inesquecível a um lugar que ainda nos faz tremer os corações só de rever as fotos: o Jalapão. As perguntas que nos fazem com mais frequência são: o que é e onde fica o Jalapão ? Como chegar? Realmente preciso de guia e de 4×4? Onde ficar? Quando ir? Quantos dias são necessários para conhecer?   Quais os melhores atrativos? Quanto custa?

Como não dispúnhamos de muito tempo, fizemos o famoso Jalapão Express, um roteiro de 3 dias organizado para que conhecêssemos  os principais e imperdíveis atrativos da região. Foi corrido e intenso, mas pudemos aproveitar bem o que o “Jalapa” tem a oferecer!

O QUE É E ONDE FICA O JALAPÃO?

É uma área de 34 mil km² em meio ao cerrado brasileiro, podendo-se observar a transição de vários biomas, incluindo o cerrado, o pantanal e a floresta amazônica, localizada no extremo leste do Tocantins, fazendo divisa com a Bahia, Maranhão e Piauí. A área mais turística engloba os municípios de Novo Acordo, Ponte Alta, Mateiros e São Félix. Entre os municípios, encontram-se diversas áreas de preservação, bloco de vegetação nativa e o Parque Estadual do Jalapão onde estão concentrados os principais pontos turísticos e roteiros de visitações. As paisagens são exuberantes! Cachoeiras, cânions, dunas, serras, fervedouros, lagoas, grutas, morros, comunidades quilombolas, animais silvestres, frutas típicas, comida caipira, lendas e mistérios, conquistam e atraem cada vez mais os viajantes amantes do ecoturismo. O destino também é ideal para relaxar e perfeito para esquecer os problemas do dia a dia e curtir o contato com a natureza.

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COMO CHEGAR?

 A única maneira de se chegar é por via terrestre. O Jalapão era um dos destinos de nossa road trip de 24 dias pelo Brasil. Partimos da Chapada dos Veadeiros-GO, chegando à Palmas, capital do Tocantins, onde dormimos em um hotel. Combinamos que o guia com o 4X4 nos pegaria no hotel às 08:00 para partirmos.
–>Mesmo se você chegar de avião no aeroporto de Palmas, aconselhamos que combine com a empresa com a qual fechar o pacote que apanhe você lá mesmo. Inclusive as empresas trabalham dessa forma e já estão acostumadas.
–>Para quem tem 4×4, a principal via de acesso, a partir de Palmas, é a TO-030 até Santa Tereza do Tocantins, e depois a TO-130 até Ponte Alta. O trajeto de Palmas até Ponte Alta é todo asfaltado, depois segue em pista de terra e areia. Para quem vai até Mateiros, a viagem continua pela TO-255.

REALMENTE PRECISA DE GUIA E 4X4 PARA CONHECER O JALAPÃO

Definitivamente a melhor maneira de conhecer o Jalapão é fechando um pacote com uma empresa que opera na região, assim você não precisa se preocupar em alugar 4×4, em reservar pousadas, usar GPS para tentar se localizar na região, que é enorme e não tem placas indicativas para os atrativos. Durante nosso roteiro de três dias, os únicos dois veículos baixos que encontramos pelo caminho estavam, adivinhem como? ATOLADOS! Esse tipo de percalço é totalmente evitável!

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Morro da Cruz (ou Morro do Chapéu)

ONDE FICAR?

Há várias pousadas na região do Jalapão, nas quais inclusive ficamos hospedados no roteiro de três dias. Ainda assim, aconselhamos fechar o pacote com uma empresa. Por quê? Porque os atrativos ficam muuuuuitos distantes uns dos outros. Os roteiros são programados para que se dê 360 graus no deserto (roteiro circular), como é possível perceber no mapa ilustrativo acima. Se dormirmos em uma pousada hoje à noite, por exemplo, toma-se café pela manhã, colocam-se as malas no 4×4, passa-se o dia inteiro indo de um atrativo para outro e, à noite, chega-se a outra pousada, e assim sucessivamente. É completamente inviável ficar em uma pousada e conhecer todo o Jalapão. Os guias experientes das empresas já sabem exatamente o tempo que se leva entre um atrativo e outro, quanto tempo pode-se ficar em determinado atrativo, onde parar para almoçar, em qual comunidade podemos dormir para uma experiência de imersão, os horários do nascer e por do sol, e funcionamento dos atrativos em áreas de preservação e propriedades privadas.

QUANDO IR?

O Jalapão pode ser visitado durante o ano todo. As temperaturas variam em torno dos 30°, mas com clima de deserto: dias quentes e noites frias.
–>A temporada de seca: maio a setembro. A vantagem da seca é que o por do sol fica ainda mais lindo e não atrapalha os passeios.
–>A temporada de chuva: outubro a abril, com ápices em dezembro, janeiro e fevereiro. A chuva pode atrapalhar passeios como a subida na Serra do Espírito Santo e as cheias podem deixar as águas mais turvas.
Fomos em junho e foi perfeito! Céu azul, calor durante o dia e friozinho refrescante à noite. As cachoeiras e fervedouros estavam com a vazão na medida certa e as águas cristalinas! Pudemos assistir a um maravilhoso por do sol nas dunas e subir a serra para ver estrelas e o sol nascer!

QUANTO CUSTA?

O custo depende muito da época, da quantidade de pessoas por veículo e da empresa de turismo. Nos feriados, os preços podem subir! Os pacotes de dois a sete dias podem variar entre R$1.200,00 a R$3.000,00. Antes de fechar o pacote, ligue para várias empresas a fim de pesquisar os valores.

QUANTOS DIAS SÃO NECESSÁRIOS PARA CONHECER O JALAPÃO

Os roteiros variam de dois a sete dias. Geralmente as expedições são de 5 a 6 dias, com datas de saídas previstas, já que as empresas preferem fechar com grupos. Como não dispúnhamos desse tempo, fizemos o Jalapão Express privativo, de 3 dias, em que combinamos com o guia um roteiro apenas com os atrativos de nosso interesse. Por meio de pesquisas em sites e outros blogs, e em conversa com o guia, chegamos ao consenso de um roteiro bem bacana incluindo os must-go do Jalapão!

DIA 1:

Nosso primeiro dia no deserto do Jalapão foi bem intenso! Aliás, todo o roteiro foi acelerado, uma vez que dispúnhamos de poucos dias para cada destino. O ritmo foi puxado, mas conseguimos riscar da nossa lista de viagens vários lugares os quais sonhávamos desbravar!

  1. Município de Taquaruçu: Cachoeiras Escorrega Macaco e Roncadeira;
  2. Almoço na Pousada Águas do Jalapão, no município de Ponte Alta;
  3. Cânion e Cachoeira do Sussuapara;
  4. Por do sol na Pedra Furada;
  5. Jantar e pernoite na Pousada Águas do Jalapão – como mencionamos acima, é incomum voltarmos para dormir na mesma pousada, mas por questão de logística do roteiro, neste caso, ficou viável.
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    (Cachoeira Escorrega Macaco – 50 metros de altura)
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(Luiz pendurado na corrente-de-macaco)

O município de Taquaruçu, a 25 km de Palmas, ainda não pertence ao Jalapão, mas faz parte do roteiro de algumas empresas, pois fica no caminho entre Novo Acordo e Ponte Alta, um dos portais do Jalapão. Na mesma parada, ficam as duas cachoeiras e percorrem-se 3 km ida e volta. No caminho, podemos nos deparar com macacos e corrente-de macaco, um cipó muito resistente, típico da Amazônia.

Taxa de visitação: R$ 10,00 por pessoa.
Rapel: R$ 60,00 por pessoa.

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Tivemos a sorte de encontrarmos o pessoal da empresa que opera o rapel na Roncadeira. É claro que descemos, né! Mas você pode deixar sua agência ciente do desejo de praticar a atividade e ela agendará sua aventura junto à empresa operadora do rapel.

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(Cachoeira Roncadeira – 70 metros de altura)

Depois da emoção, comemos uma tapioca de queijo com óleo de babaçu para enrolarmos os estômagos até o almoço.

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Ainda no primeiro dia de viagem, depois de ter conhecido as Cachoeiras Escorrega Macaco e Roncadeira, fomos fazer o check-in e almoçar uma comida caipira deliciosa na Pousada Águas do Jalapão.

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(Hora da cesta)

Após descansarmos meia horinha, fomos conhecer o Cânion da Sussuapara, muito interessante por ser uma fenda úmida em meio à sequidão do deserto.

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(Cachoeira da Sussuapara)

Depois do Cânion e da Cachoeira da Sussuapara, fomos assistir ao por do sol na Pedra Furada. Percorremos um longo caminho de areia fofa até o atrativo, passando pelo Morro da Cruz (ou Morro do Chapéu) e por florestas de eucaliptos. O nosso guia disse-nos que às vezes podemos ver onças e veados.

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A Pedra Furada fica a aproximadamente 30 km de Ponte Alta e é uma formação rara e de beleza única! Trata-se de um grande conjunto de blocos de arenitos, que foi esculpido pela ação da chuva e dos ventos, formando diversos buracos em formatos de arcos que lembram portais. Ao chegarmos, já fomos recepcionados por maritacas e araras voando e cantando bem pertinho da gente!Com certeza é um atrativo obrigatório do Jalapão.

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CUIDADO: O nosso guia alertou-nos a fazer silêncio no local, pois há vários enxames por lá e já aconteceram alguns ataques quando os visitantes falam alto e deixam as abelhas agitadas.

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 Dia 2:

  1. Café da manhã e check-out na Pousada Águas do Jalapão;
  2. Cachoeira da Velha;
  3. Lanche na Prainha do Rio Novo;
  4. Por do sol nas Dunas;
  5. Pernoite e jantar na comunidade do Rio Novo.

Acordamos às 07h para arrumar as mochilas e tomar café, por sinal muito farto, com frutas, caldo de cana, tapiocas, bolos caseiros (fubá com gengibre) e fazer o check-out. Às 08h, partimos à Cachoeira da Velha e Prainha do Rio Novo. Para visitar esses atrativos, para-se numa construção abandonada de Pablo Escobar, a qual servia de centro de distribuição de pasta base de cocaína. Hoje em dia, pertence ao Estado do Tocantins e um morador local toma conta.

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É proibido o banho na cachoeira. Entretanto, se você agendar com a agência ou tiver a sorte de encontrar a equipe por lá, é possível fazer rafting no local! Nós não sabíamos disso e perdemos a oportunidade. ?

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(Cachoeira da Velha)

DICA IMPORTANTE: Leve lanches na mochila!No segundo dia, por exemplo, estávamos em atrativos longe das comunidades. Nos outros dias, os almoços são pagos, em média, R$30,00 a R$35,00 por pessoa, buffet à vontade, nos próprios atrativos.

Observação: Leve embora todo o lixo!

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Cerca de 1 km para baixo da Cachoeira da Velha, encontra-se a Prainha do Rio Novo, onde paramos por duas horas para comer e relaxar. Que sossego! Melhor ainda foi ter esse paraíso só para a gente após o feriado de Corpus Christ! hahaha

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Às 14hs, partimos às Dunas! Foram aproximadamente 03h30min até chegar ao Parque Estadual, passando pelo cartão postal do Jalapão, a Serra do Espírito Santo,  a principal responsável pela formação erosiva das dunas! Foi nela também que subimos de madrugada para assistir ao espetaculoso nascer do sol de um de seus mirantes! Uma experiência mágica!

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(Ao fundo, a Serra do Espírito Santo)

 

Passamos também pela Lagoa dos Jacarés, uma espécie de oásis no meio do deserto!

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(Lagoa dos Jacarés, Caminho para as Dunas, Mateiros-TO, Brasil)

Principal atrativo do Parque Estadual do Jalapão, as dunas são o segundo motivo pelo qual a região é chamada de deserto. A primeira razão é a baixa densidade demográfica. A formação das dunas ocorre por meio da erosão, há milhões de anos, das rochas arenosas da Serra do Espírito Santo. O vento  e as mudanças de temperaturas  são os principais agentes causadores das erosões, as quais continuam em processo. Altitude varia de 200 a 400 metros. Altura: até aprox. 40 metros. Alguns objetos ali encontrados fazem da região um depósito marinho, fazendo com que muitos acreditem que o local já foi o fundo do oceano. As subidas são feitas sempre no final do dia, quando a temperatura cai e a areia esfria. Assim o fizemos. O por do sol  é um espetáculo à parte, compensando qualquer dificuldade de se chegar às dunas. À medida que o sol despede-se, o céu colore-se de tons azul, amarelo e rosa. A luz solar que incide nas areias é refletida em variadas tonalidades de dourado e alaranjado. É uma miscelânea de cores!!!

–> De onde estacionam-se os 4×4, andam-se aproximadamente 10 minutos apenas.

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(por do sol nas dunas)

As dunas são cercadas pela Serra do Espírito Santo, a qual se pode avistar a quilômetros de distância, por veredas de capim dourado, pelo córrego Brejão da Areia, pela Lagoa Azul e pela Lagoa dos Jacarés, que parece um oásis no meio do deserto.

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(Considerado um dos conjuntos naturais mais exuberantes do Estado do Tocantins, as dunas de cores alaranjadas e douradas, mesclam-se ao azul do céu, dos rios e das lagoas, juntando-se ao verde da vegetação rasteira típica do cerrado e os buritizais às beiras das nascentes, formando um cenário de cair o queixo)

 

Comunidade do Rio Novo, Jalapão-TO, Brasil:
Depois de um dia intenso de cachoeira, prainha, nadar com os peixinhos contra a correnteza, andar na areia fofa das dunas e assistir ao espetacular por do sol, o Jalapão ainda consegue nos surpreender com sua vida noturna! Já que tínhamos planejado com o guia de subirmos a Serra do Espírito Santo para ver o nascer do sol, optamos por dormir numa comunidade, porque a próxima pousada seria em São Félix do Tocantins, a aproximadamente 50 km. Daí, no outro dia, precisaríamos acordar muito mais cedo do que acordamos para voltar 25 km.
Por que dormir na comunidade foi uma ótima opção? Porque, além de estarmos imersos no deserto, conhecemos um pouco da vivência popular do Jalapão; jantamos uma comida caipira, tomamos suco de fruta fresca, de sobremesa provamos  sorvetes de murici e jatobá, e é claro… tomamos aquele banho de chuveiro gelado!
Mas, o principal motivo da escolha, foi podermos acender uma fogueira, assar Marshmallows, sentar com os moradores e com o guia ao redor do fogo e contar histórias, relembrar os momentos do dia, dar risadas e olhar aquele lindo céu estrelado!
Depois, fomos dormir logo, pois a alvorada para a subida da Serra seria às 3:50 da madruga!!!

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(À noite, dormimos na comunidade do Rio Novo, onde jantamos uma divina comida caipira, tomamos banho de chuveiro gelado, fizemos fogueira e assamos Marshmallows)

–> Aproveitamos para alertar novamente: fechem o pacote de 5 a 6 dias com uma agência de turismo (pousadas, café e jantar, guia e 4×4 inclusos). Por quê? Porque os veículos baixos que encontramos pela estrada estavam todos encalhados. Sem contar que não há placas nem sinalizações para os atrativos. Além disso, a região é enorme, os atrativos são muito longe um dos outros. Também há animais selvagens: onças, lobos-guarás e abelhas, e os guias, experientes e conhecedores do local, sabem evitar transtornos!

Dia 3:

  1. Subida na Serra do Espírito Santo;
  2. Cachoeira do Formiga;
  3. Fervedouro Buritizinho;
  4. Fervedouro Bela Vista;
  5. Retorno à Palmas.
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(Lá de cima da Serra do Espírito Santo)

Acordamos às 03:50 (muitoooo cedo, né), para sair da comunidade do Rio Novo, pegar 15 km de estrada de terra e areia, e subir a trilha da Serra do Espírito Santo! Ainda estava escuro e deparamo-nos com uma anta na estrada!

Precisamos dizer que valeu a pena acordar tão cedo e fazer uma trilha em jejum? É recompensador demais!! O fenômeno do por do sol, sim, acontece algo fenomenal quando o sol surge, é mágico! Mas não iremos contar! Tem que ir!

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–>Ah, não se esquecer de levar lanterna, casaco e calça de frio, bota ou tênis de trilha, mochila de ataque com máquina fotográfica, celular, repelente.
–>A trilha de subida é considerada de nível moderado, uma vez que se leva apenas 30 minutinhos para vencê-la, porém é subida íngreme no meio dos pedregulhos. Na verdade, a intensidade e velocidade serão ditadas conforme sua condição e preparo físico.

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Em cima da serra, há uma trilha de 3 km até outros mirantes, porém ficamos no primeiro, pois tínhamos que fazer valer o dia a fim de conhecermos os fervedouros e retornarmos à Palmas.

–> O café da manhã é tomado numa Pousada em São Félix, por volta das 08h. É bem farto!

Pousada Santa Helena é muito farto: caldo de cana, bolos, pães, frios, tapiocas preparadas na hora, sucos, omeletes entre outros quitutes!!! Enquanto comemos, podemos observar um monte de papagaios que vivem soltos nas árvores. R$15,00 por pessoa.

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Cachoeira da Formiga:
Uma verdadeira piscina de tom verde-esmeralda em meio à secura do deserto! A Cachoeira tem aproximadamente 8 metros de diâmetro e quase 2 m de profundidade. O fundo é de areia branquinha e é cercada por uma vegetação nativa, que alivia o calorão do Jalapão. Você irá se surpreender com a beleza da Cachoeira do Formiga. Nade contra a correnteza, até bem perto da queda, e ganhe uma massagem natural.

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–>Como outros encantos da região, ela fica em uma propriedade particular que pertence a remanescentes de quilombolas, os quais vivem dentro do Parque Estadual do Jalapão. Por isso, é preciso pagar o valor de R$ 35,00 por pessoa para visitá-la.

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Para finalizar o nosso roteiro de 3 dias no Jalapão (Jalapão Express), visitamos os Fervedouros Buritizinho e Bela Vista!

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(Fervedouro Buritizinho – R$25,00 por pessoa)
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(Fervedouro Bela Vista – R$35,00 por pessoa)

–> Ambos servem almoço (R$35,00 por pessoa), no estilo buffet livre, daquela comida caipira MARAAA: Mandioca frita, peixe frito, carne de panela, farofa de carne, arroz, feijão, bife acebolado e salada! Huuumm, deu até saudades!!

ENTENDA O FENÔMENO DOS FERVEDOUROS:

 A água que brota dos lençóis freáticos emerge com muita pressão ao encontrar fissuras no solo arenoso. De fora da água, parece que enxergamos o chão, porém, ao tentarmos encostar os pés no fundo, a areia vai sumindo e somos empurrados para cima. É impossível não boiar!!!!

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(Luiz tentando afundar no fervedouro Bela Vista)
Assista ao vídeo e não esqueça de se inscrever no nosso canal no Youtube! Até a próxima aventura!

 

 

 

 

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Post Author: nosdoisporai

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